Concerto solidário “Mão dada a Moçambique” angariou 300 mil euros

0
113
Concerto solidário “Mão dada a Moçambique” angariou 300 mil euros
Concerto solidário “Mão dada a Moçambique” angariou 300 mil euros

Mais de 50 artistas de diversas nacionalidades estiveram juntos em palco, no passado dia 2, para apoiar as vitimas do furacão Idai em Moçambique.

Baptizado com o nome “Mãos Dadas a Moçambique”, o evento aconteceu no espaço Capitólio, em Lisboa, e angariou telefonicamente cerca de 300 mil euros, que serão doados às vitimas daquela que é considerada a maior tempestade a assolar o hemisfério sul.

A mentora e organizadora do concerto “Mãos Dadas a Moçambique” foi a cantora Selma Uamusse, moçambicana a residir em Portugal. Selma conseguiu reunir os músicos Paulo Flores, Conan Osiris, Costa Neto, Couple Coffee, Cristina Branco, Celina da Piedade, DAlva, André Tetugal, Ana Moura, Salvador Sobral, Dino D´Santiago, Elisa Rodrigues, Elas e o Jazz, Gisela João, Golden Slumbers, Gospel Collective, Héber Marques, Isabel Novella, Joana Alegre, Joana Braz, Jonas Pires, Luísa Sobral, Karyna Gomes, Márcia, Maria João, Marta Ren, Matay, Mistah Isaac, Moullinex, Nina Fung, Noiserv, Rita Redshoes, Rodrigo Leão, Samuel Úria, Sara Tavares, Senõras, Surma, Susana Travassos, Tatanka, The Legendary Tigerman, Uxia e We Trust.

Os bilhetes foram vendidos no site bluetickets.pt e nos locais habituais, e   também houve quem comprou os bilhetes donativo na modalidade sem acesso ao evento, que rondaram os preços de 20€ e 30€.

Em direto também pudemos ver chegar à marca dos 300 mil euros os donativos feitos através da linha telefónica 761 20 30 40. O valor será creditado na conta bancária “Mão Dada a Moçambique”, ao qual posteriormente será somado as receitas de bilheteira do concerto e as receitas dos bilhetes – donativos, prevendo-se atingir a cifra de um milhão de euros.

É consensual que o apoio não chegará a todas as regiões afectadas pelo ciclone Idai, pelo que a organização seleccionou oito associações a atuar em Moçambique após a catástrofe, e os valores arrecadados serão divididos entre elas, mas só após assinarem a carta de compromisso pública, que garante a transparência e monitorização da aplicação destas verbas.

Fonte: Bantumen

Leave a Reply